Auditoria - Sistemas de Informação
Online
9/14/2026
Levar os participantes do uso pontual da inteligência artificial para a delegação de trabalho em agentes, ou seja, assistentes configurados que consultam uma base de conhecimento própria, atuam sobre ficheiros reais e executam procedimentos sempre da mesma forma. O módulo percorre um arco de autonomia crescente, do pedido pontual ao procedimento agendado, com governação e validação humana em cada nível.
- Distinguir automatização e agente de IA, e decidir qual se aplica a cada tarefa recorrente do escritório.
- Compreender a anatomia comum a qualquer agente: instruções, conhecimento e ferramentas.
- Construir agentes sobre documentação interna e sobre ficheiros de clientes.
- Delegar num agente o tratamento de documentação e o cruzamento de ficheiros, com revisão humana obrigatória.
- Definir regras concretas de escalonamento, de confidencialidade e de defesa contra manipulação de conteúdos.
- Revisores oficiais de contas e auditores inscritos na Ordem.
- Estagiários e candidatos a revisor oficial de contas.
- Colaboradores técnicos de sociedades de revisores oficiais de contas.
Os módulos foram desenhados para funcionar em turmas heterogéneas, com participantes de escritórios de dimensão e maturidade tecnológica diferentes. Não é exigida experiência prévia em inteligência artificial.
- Automatização, com regras fixas e resultado sempre igual, face a agente, que interpreta contexto e lida com ambiguidade.
- Anatomia de um agente: instruções, conhecimento e ferramentas. A mesma estrutura serve todas as plataformas.
- Panorama de plataformas, com foco no ecossistema Microsoft por ser o mais comum nas sociedades de revisores, e referência às alternativas.
- Agente de consulta sobre a base de conhecimento do escritório: manual interno, programas de trabalho e normas aplicáveis.
- Agente sobre ficheiros de cliente alojados em SharePoint ou OneDrive, para apoio ao trabalho da equipa.
- Escrever as instruções: papel, âmbito, formato da resposta.
- Teste antes da partilha e disponibilização interna à equipa.
- Preparação de documentação recebida do cliente: separar um ficheiro com vários documentos, renomear segundo uma regra e organizar por período.
- Cruzamento de ficheiros e identificação de divergências, e do rascunho de email de comunicação.
- Procedimentos reutilizáveis: escrever o procedimento uma vez para que a tarefa seja executada da mesma forma, quer a peça o sócio, quer o estagiário.
- Tarefas agendadas e revisão do resumo de cada execução.
- Diferença entre pedido pontual, fluxo acionado por evento e procedimento agendado.
- Onde termina o agente e começa o julgamento profissional: decidir o que é erro e o que é movimento legítimo é trabalho do revisor.
- Regras concretas de escalonamento, ancoradas em materialidade, partes relacionadas e movimentos fora de padrão.
- Manipulação de conteúdos por prompt injection: documentação recebida de terceira tratada sempre como dados e nunca como instrução.
- Confidencialidade e RGPD: contas empresariais face a contas pessoais, retenção de históricos e princípio do menor privilégio.
- Rastreabilidade e evidência: como demonstrar em dossier o que foi produzido por agente e como foi revisto.
- Checklist de passagem a produção e erros mais comuns na primeira implementação.
Contas criadas e testadas antes da sessão: ChatGPT, Claude, conta Google ou conta Microsoft 365 do escritório com acesso ao SharePoint ou OneDrive. Nota importante sobre licenciamento: a criação de GPTs personalizados exige plano pago do ChatGPT, a criação de agentes no Copilot exige licença Microsoft 365, e as tarefas agendadas exigem plano pago do Claude. Quem não dispuser destas licenças acompanha essas partes por demonstração da formadora, podendo construir os seus agentes nas alternativas gratuitas indicadas na sessão, nomeadamente os Gems do Gemini.