Imparidade de Ativos não Financeiros - Uma Abordagem Prática

Auditoria

Course

Auditoria - Curso ISAs

Modality

Online

Date

5/14/2026

Objectives

Esta ação de formação pretende, através de exemplos práticos, ilustrar alguns dos principais desafios de aplicação da referida norma, especialmente na perspetiva do auditor. Tem ainda como principais objetivos: 
  1.   A identificação das principais áreas de debate da IAS 36;
  2. Estabelecer uma distinção clara entre a realização de um teste de imparidade e a avaliação de um negócio;
  3. Elencar algumas metodologias úteis para a aplicação da norma com as quais o auditor deve estar familiarizado.

Target Audience

Esta ação de formação destina-se a todos os ROC e seus colaboradores que pretendam aprofundar os seus conhecimentos relacionados com a imparidade de ativos não financeiros.

Reasons to participate

A imparidade pode ser vista como uma doença que afeta os balanços das entidades, mais concretamente os seus ativos, e que se traduz na incapacidade de recuperação da totalidade da quantia escriturada dos mesmos.
Esta ação de formação terá por base a IAS 36. A IAS 36 é um exemplo paradigmático da abrangência das competências que são, atualmente, exigidas aos profissionais de relato financeiro e aos auditores. Competências relacionadas com matemáticas financeiras, mercados financeiros e finanças empresariais são críticas para aplicação desta norma. A complexidade associada a esta norma é ainda amplificada pela dificuldade prática associada à aplicação de alguns dos seus requisitos.

Program

Imparidade de Ativos não Financeiros - Uma Abordagem Prática
1. Breve explicação dos principais conceitos;
2. Âmbito de aplicação da IAS 36;
3. Teste de imparidade: ativo isolado ou unidade geradora de caixa (UGC)?;
4. Diferença entre valor de uso e justo valor;
5. A ciência da identificação das UGC.
6. Estimação de fluxos de caixa para a determinação do valor de uso:
    a. Fluxos de caixa antes ou após impostos?;
    b. Fundo de maneio líquido;
    c. Lidar com a incerteza;
   d. Fluxos de caixa no estado “as is”.
7. Taxa de desconto a usar no cálculo do valor de uso:
    a. Antes ou após impostos?;
    b. O efeito da estrutura de capital;
    c. A falácia do WACC.
8. Imparidade de goodwill:
    a. Imputação a UGC,
    b. A problemática do goodwill gerado internamente;
    c. Imparidade de UGC com interesses minoritários.
9. Outros tópicos relevantes:
    a. com fluxos de caixa em moeda estrangeira;
    b. A problemática dos ativos corporativos;
    c. Participações mensuradas pelo custo ou pelo MEP.

Trainers

Rui Manuel da Costa Vargas Pires
Revisor Oficial de Contas
Experiência de mais de 25 anos em auditoria e relato financeiro

Price

ROC e Colaboradores 55.00€
Outras Entidades 71.50€

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